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Borat | Crítica


Borat é uma sequência do filme de 2006 e traz Sacha Baron Cohen, mais uma vez, como o polêmico jornalista do Cazaquistão. O filme parece produzido totalmente no improviso, porém, não, essa é apenas a intenção dos produtores. As criticas são acidas e para as “pessoas de bem”, pode soar ofensivo, pois exibe sem censura todo a maldade e escrotidão que permeia nosso mundo nos últimos anos, que não pensam duas vezes em defender a decapitação de pessoas que divergem de seus pensamentos. Não espere, trilha sonora de Hans Zimmer ou fotografia de Vittorio Storaro, aqui o objetivo é mostrar o lado sombrio das pessoas e políticos.

A produção possui algumas cenas realmente improvisadas, como a invasão a um evento do vice-presidente Mike Pence e a entrevista com o ex-prefeito de Nova Iorque e atual advogado de Trump Rudy Giuliani. Até o famigerado presidente Brasileiro é mencionado logo no início. Há criticas à forma como o governo Trump trata a pandemia covid-19 e a relaciona com opositores. Há críticas a misoginia, ou seja, tem para todos os gostos, porem vale ressaltar a transformação de alguns personagens, deixando claro que é permitido mudar e ainda mais necessário lutar por liberdade e igualdade.


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Diogo Pereira

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